Retinopatia Diabética Proliferativa - Sintomas e Histologia
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Questions and Answers

A análise histológica não é necessária para avaliar a segurança da terapia retiniana.

False (B)

O controle glicêmico e da pressão arterial é importante para a progressão da retinopatia diabética.

True (A)

Reações adversas podem ocorrer na nova terapia para retinopatia diabética proliferativa.

True (A)

A nova terapia visa aumentar a frequência de injeções e procedimentos a laser.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A ausência de danos intencionais no tecido é um indicador de que a terapia é perigosa.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A neovascularização é uma alteração histológica comum na retinopatia diabética proliferativa.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

Os microaneurismas são pequenos depósitos de lipídios e proteínas na retina.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

O edema macular pode causar espessamento da retina e afetar a visão central.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) está associado à diminuição da fragilidade dos vasos na retinopatia diabética.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

Perda de pericitos é uma característica que pode ocorrer na retinopatia diabética proliferativa.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

Exsudatos duros aparecem na forma de manchas escuras na retina.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

As hemorragias intrarretinianas e preretinianas são frequentemente associadas ao rompimento de capilares frágeis.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

As células gliais reativas não desempenham papel na retinopatia diabética proliferativa.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

O PDGF está associado à descolamento da retina devido à formação de tecido fibroso.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

A ausência de pericitos nos capilares retinianos indica um estado saudável dos vasos sanguíneos.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

Marcadores de stress oxidativo não desempenham um papel na degeneração dos vasos sanguíneos.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

Altos níveis de citocinas como IL-1β estão associados a uma resposta inflamatória crônica.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O desenvolvimento de vasos anormais durante a retinopatia diabética é um processo benéfico.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A ativação glial, indicada pelo aumento de GFAP, é um sinal de saúde retiniana.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

O tecido cicatricial formado pela neovascularização pode puxar a retina, causando descolamento.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

A expressão de caspases em células retinianas indica dano celular reversível.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A hemorragia vítrea pode fazer com que a luz não alcance a retina.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

Retinogen-PRO é apenas um inibidor de VEGF de nova geração.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A coloração Hematoxilina e Eosina (H&E) é utilizada para identificar alterações estruturais na retina.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O modelo de diabetes induzida farmacologicamente pode ser usado para avaliação do Retinogen-PRO.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

A técnica de Imuno-histoquímica (IHC) não utiliza anticorpos para detectar proteínas.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

Caspase-3 é um marcador associado à angiogênese.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A coloração com PAS (Periodic Acid-Schiff) é uma técnica histológica utilizada para observar alterações na retina.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O Retinogen-PRO tem como uma de suas finalidades reduzir a inflamação na retina.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

A coloração de PAS é utilizada para identificar o espessamento da membrana basal dos vasos sanguíneos.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

TUNEL é um método que detecta a morte celular, especialmente em células musculares.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A Imunofluorescência é capaz de visualizar apenas um marcador por vez.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A microscopia eletrônica de transmissão pode analisar alterações nas mitocôndrias das células retinianas.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O tratamento com anti-VEGF não apresenta efeitos adversos a longo prazo.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A coloração com Tricrômio de Masson é utilizada para destacar fibras de colágeno.

<p>True (A)</p> Signup and view all the answers

O Retinogen-PRO não tem aplicação na avaliação do stress oxidativo nas células retinianas.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

A fotocoagulação a laser é um tratamento que preserva totalmente as áreas da retina.

<p>False (B)</p> Signup and view all the answers

Flashcards

Neovascularização na Retinopatia Diabética Proliferativa

Novos vasos sanguíneos anormais, frágeis e propensos a ruturas e hemorragias na retina.

Microaneurismas na Retinopatia Diabética Proliferativa

Dilatações nos capilares retinianos, que podem romper e causar hemorragias.

Exsudatos Duros na Retinopatia Diabética Proliferativa

Depósitos de lipídios e proteínas que se acumulam na retina devido ao vazamento de capilares comprometidos.

Edema Macular na Retinopatia Diabética Proliferativa

Acúmulo de fluido na região macular devido ao vazamento de vasos sanguíneos danificados, levando ao espessamento da retina e à formação de edema. Afeta a visão central.

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Tecido Fibroso e Membranas Epirretinianas na Retinopatia Diabética Proliferativa

Formação de tecido cicatricial na retina devido à neovascularização, que pode contrair e causar tração na retina, levando à formação de membranas epirretinianas e, em casos graves, ao descolamento da retina.

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Perda de Pericitos na Retinopatia Diabética Proliferativa

Células que dão suporte aos capilares, gradualmente perdidas na RDP devido ao stress metabólico da hiperglicemia. Sua perda contribui para a fragilidade dos vasos e para a formação de microaneurismas.

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VEGF e a Retinopatia Diabética Proliferativa

Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGF) é um dos principais marcadores da RDP, pois promove a neovascularização e o vazamento dos vasos sanguíneos, sendo crucial na formação de vasos anormais.

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Biomarcadores da Retinopatia Diabética Proliferativa

Aumento dos níveis de VEGF, PDGF, proteínas de adesão celular, citocinas inflamatórias (IL-6, IL-1β e TNF-α), marcadores de stresse oxidativo, fibrina, fibronectina, ácido hialurônico e colagenio, células gliais reativas (GFAP) e apoptose de células retinianas (ex.: expressão de caspases e TUNEL).

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Fator de Crescimento Derivado de Plaquetas (PDGF)

O PDGF estimula o crescimento de novos vasos sanguíneos e a produção de tecido fibroso, que podem causar a tração e o descolamento da retina.

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Proteínas de Adesão Celular (ICAM-1 e VCAM-1)

O aumento na expressão de ICAM-1 e VCAM-1 indica inflamação vascular, atraindo células inflamatórias para a área e amplificando danos nos vasos.

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Perda de Pericitos

A perda de pericitos, que sustentam os capilares, é um sinal precoce de danos vasculares na retinopatia diabética e pode levar à formação de microaneurismas.

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Citocinas e Marcadores Inflamatórios

A presença de citocinas como IL-6, IL-1β e TNF-α nos tecidos indica uma resposta inflamatória crônica, que contribui para o agravamento da lesão retiniana.

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Marcadores de Stress Oxidativo (AGEs e ERO)

O acúmulo de AGEs e espécies reativas de oxigénio (ERO) causa degeneração dos vasos sanguíneos e morte celular.

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Fibrina e Fibronectina

O acúmulo de fibrina e fibronectina nos vasos sanguíneos aumenta a espessura e a permeabilidade, causando edema e acúmulo de fluido.

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Ácido Hialurónico e Colagenio

O aumento dos níveis de ácido hialurónico e colágeno indica a formação de tecido cicatricial e fibrose, que pode causar a tração e o descolamento da retina.

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Células Gliais Reativas (GFAP)

A ativação das células gliais, evidenciada pelo aumento da expressão de GFAP, indica uma resposta inflamatória e remodelação tecidual na retina.

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Hemorragia Vítrea

Um processo em que o sangue entra no humor vítreo, o fluido gelatinoso atrás do olho.

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Como a hemorragia vítrea afeta a visão?

A perda da visão causada por um vazamento de sangue no humor vítreo.

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O que é o Retinogen-PRO?

Uma combinação de medicamentos que visa o tratamento da retinopatia diabética, consistindo de inibidores de VEGF, anti-inflamatórios e antioxidantes.

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Modelo de Diabetes Induída Farmacologicamente

Um modelo animal que simula a diabetes para estudar a retinopatia diabética.

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Modelo Transgênico de Sobre-expressão de VEGF

Um modelo animal que tem genes modificados para produzir altos níveis de VEGF, útil para estudar a retinopatia diabética.

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Hematoxilina e Eosina (H&E)

Uma coloração de rotina que permite visualizar a estrutura geral da retina e identificar alterações estruturais.

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Imuno-histoquímica (IHC)

Uma técnica que usa anticorpos para detectar proteínas específicas, ajudando a entender a retinopatia diabética.

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Microscopia Eletrônica de Transmissão (TEM)

Uma técnica que usa microscopia eletrônica para visualizar a estrutura fina da retina em grande detalhe.

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Quais exames devem ser incluídos no acompanhamento de pacientes tratados com a nova terapia?

Exames de imagem como OCT e angiografia para monitorar a retina, medições de biomarcadores vítreos para avaliar a resposta inflamatória e angiogénica, além de controle regular da glicemia e pressão.

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Qual a importância do controle glicémico e da pressão arterial no tratamento da RDP?

O controle glicémico e da pressão arterial é fundamental para reduzir a progressão da retinopatia diabética. Níveis elevados de glicose e pressão aumentam o risco de danos vasculares na retina.

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Quais são os desafios e limitações da nova terapia?

A terapia pode enfrentar desafios como reações adversas à combinação de fármacos ou uma resposta limitada em doentes com RDP avançada. Além disso, o desenvolvimento de resistência ou adaptação ao tratamento é um risco.

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Qual o impacto esperado da nova terapia na qualidade de vida dos pacientes com RDP?

Espera-se que a nova terapia reduza a frequência de injeções e procedimentos a laser, preservando a visão com menos efeitos adversos e melhorando a qualidade de vida dos doentes. Isso é especialmente significativo em doentes com RDP avançada.

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O que a análise histológica pode revelar sobre a nova terapia?

A análise histológica permite identificar se a terapia preserva a estrutura retiniana, sem causar necrose ou inflamação adicional.

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O que é a técnica TUNEL e para que serve?

A técnica TUNEL detecta a fragmentação do DNA, um sinal de apoptose celular. É particularmente útil para avaliar a morte de células ganglionares e fotorreceptores na retina.

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Para que serve a coloração de PAS?

A coloração de PAS destaca a membrana basal dos vasos sanguíneos, ajudando a identificar o espessamento da parede dos capilares, um sinal característico da retinopatia diabética.

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Como a imunofluorescência (IF) é utilizada no estudo da retina?

A imunofluorescência (IF) permite a detecção simultânea de vários marcadores, como VEGF, PDGF e fatores de stress oxidativo. Isso ajuda a visualizar proteínas importantes para a saúde da retina.

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Qual a finalidade da coloração com Tricrómio de Masson?

O Tricrómio de Masson destaca as fibras de colágeno, facilitando a identificação de tecido fibroso e cicatricial. É importante para avaliar a formação de tecidocicatricial na retina.

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O que a Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET) permite?

A Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET) oferece uma análise ultraestrutural detalhada dos capilares retinianos e células neuronais. Permite observar diretamente as alterações nas células retinianas.

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Quais são os tratamentos atuais para doenças da retina e quais são suas desvantagens?

As injeções de anti-VEGF controlam a neovascularização, mas exigem aplicações repetidas e podem ter efeitos adversos a longo prazo. A fotocoagulação a laser também reduz a neovascularização, mas destrói áreas da retina, levando a perda de visão periférica e noturna.

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Como o Retinogen-PRO é avaliado histologicamente?

O Retinogen-PRO utiliza técnicas histológicas avançadas para avaliar seu impacto na retina, como TUNEL, PAS, imunofluorescência, Tricrómio de Masson e MET. Essa análise permite comparar os resultados com os tratamentos existentes.

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Study Notes

Retinopatia Diabética Proliferativa (RDP)

  • Sintomas: Manchas visuais, visão embaçada, perda súbita de visão, distorção e glaucoma neovascular.
  • Edema macular diabético: Acúmulo de fluido região macular, afetando a visão central.
  • Alterações histológicas:
    • Neovascularização: Formação de novos vasos sanguíneos anormais, frágeis e propensos a ruptura.
    • Microaneurismas: Dilatações nos capilares da retina.
    • Hemorragias intrarretinianas e preretinianas: Hemorragias na retina e entre retina e vítreo, respectivamente.
    • Exsudatos duros: Depósitos lipídicos e proteicos em pequenas manchas amareladas na retina.
    • Edema macular: Acúmulo de fluido danificando região macular do olho.
    • Tecido fibroso e membranas epirretinianas: Formação de tecido cicatricial e membranas, causando tração na retina.
    • Perda de pericitos: Redução das células de suporte aos capilares, aumentando a fragilidade dos vasos e formação de microaneurismos.

Biomarcadores

  • VEGF (Fator de Crescimento Endotelial Vascular): Promove neovascularização e vazamento de vasos sanguíneos.
  • PDGF (Fator de Crescimento Derivado de Plaquetas): Promove proliferação de células vasculares e formação de tecido fibroso
  • Proteínas de adesão celular (ICAM-1, VCAM-1): Aumentam a inflamação vascular.
  • Citocinas e Marcadores inflamatórios (IL-6, IL-1β, TNF-α): Indicam resposta inflamatória crónica.
  • Marcadores de estresse oxidativo (AGEs, espécies reativas de oxigênio): Aumentam a degeneração dos vasos sanguíneos e apoptose celular.
  • Fibrina e Fibronectina: Contribuem para o espessamento e aumento da permeabilidade vascular, levando ao edema.
  • Ácido Hialurônico e Colágeno: Indicam desenvolvimento de tecido cicatricial e fibrose.

Células Gliais Reativas (GFAP)

  • Aumento de GFAP indica ativação glial, resposta inflamatória e remodelação tecidual na retina.

Apoptose de Células Retinianas (ex: caspases e TUNEL)

  • Marcadores de apoptose em células fotorreceptores e ganglionares sugerem dano celular irreversível em estágios avançados da RDP.

Retinogen-PRO

  • Nova terapia combinando inibidores de VEGF, agentes anti-inflamatórios, moduladores de IL-6 e TNF-α e agentes antioxidantes.
  • Projetada para bloquear angiogênese patológica, reduzir inflamação e proteger contra danos oxidativos.
  • Administração intravítrea de libertação controlada.

Avaliação da terapia

  • Modelos com diabetes induzida farmacologicamente e transgênicos com sobre-expressão de VEGF.
  • Técnicas histológicas e de coloração (H&E, IHC, VEGF, IL-6, TNF-α, ICAM-1, caspase-3, PAS, Tricrómio de Masson, MET, TUNEL).

Outros aspectos importantes

  • Importância do controle glicêmico e da pressão arterial para retardar a progressão da RDP
  • Aspectos críticos da nova terapia (limitações, possíveis reações adversas, resposta limitada em doentes com RDP avançada, tempo, etc.)
  • Avaliação pré-clínica e benefícios na qualidade de vida.
  • Técnicas histológicas (H&E, IHC, TUNEL, PAS) para identificar danos na retina.
  • Importância de analisar a estrutura retiniana e a preservação dos tecidos.

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Explore os sintomas da Retinopatia Diabética Proliferativa, como manchas visuais e perda de visão. Aprenda sobre as alterações histológicas associadas, incluindo neovascularização e edema macular. Este quiz oferece uma visão abrangente sobre esta condição ocular crítica.

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