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Questions and Answers
Em que circunstância, a bomba de $\text{Na}^+/\text{K}^+$ contribui para o potencial de repouso da célula miocárdica de forma mais significativa além da manutenção dos gradientes iônicos?
Em que circunstância, a bomba de $\text{Na}^+/\text{K}^+$ contribui para o potencial de repouso da célula miocárdica de forma mais significativa além da manutenção dos gradientes iônicos?
- Através do transporte efetivo de carga, gerando uma corrente eletrogênica que influencia diretamente o potencial de repouso. (correct)
- Quando a célula está sob intensa estimulação adrenérgica, aumentando a permeabilidade ao sódio.
- Quando a condutância de potássio ($G_K$) é insignificante devido ao bloqueio dos canais $I_{K1}$.
- Na presença de concentrações extracelulares elevadas de potássio, neutralizando a necessidade de transporte ativo.
Qual das seguintes opções descreve com maior precisão o efeito da despolarização no canal de potássio retificador de influxo ($I_{K1}$) em repouso?
Qual das seguintes opções descreve com maior precisão o efeito da despolarização no canal de potássio retificador de influxo ($I_{K1}$) em repouso?
- A despolarização diminui a condutância do $I_{K1}$ através do bloqueio quase instantâneo dos canais. (correct)
- A despolarização converte o $I_{K1}$ em um canal de efluxo, contribuindo para a repolarização inicial.
- A despolarização não tem nenhum efeito direto no $I_{K1}$, pois ele é unicamente dependente da concentração de potássio extracelular.
- A despolarização aumenta a condutância do $I_{K1}$, maximizando o efluxo de potássio.
Como a acetilcolina influencia a corrente marca-passo ($I_f$) nas células do nó sinoatrial (NSA), e qual o mecanismo subjacente a esse efeito?
Como a acetilcolina influencia a corrente marca-passo ($I_f$) nas células do nó sinoatrial (NSA), e qual o mecanismo subjacente a esse efeito?
- A acetilcolina aumenta a corrente $I_f$ através da ativação direta dos canais HCN, causando taquicardia.
- A acetilcolina inibe a corrente $I_f$ através de canais de potássio, diminuindo a frequência de disparo.
- A acetilcolina converte canais de sódio em canais de cálcio, causando ritmos cardíacos instáveis.
- A acetilcolina desloca a curva de ativação da corrente $I_f$ para potenciais mais negativos, reduzindo a corrente e diminuindo a frequência cardíaca. (correct)
Qual a implicação fisiológica da heterogeneidade regional na duração do potencial de ação (PA) ventricular e como essa heterogeneidade é estabelecida?
Qual a implicação fisiológica da heterogeneidade regional na duração do potencial de ação (PA) ventricular e como essa heterogeneidade é estabelecida?
Como canais IKATP em cardiomiócitos respondem às alterações metabólicas durante a isquemia, e qual a relevância fisiopatológica dessa resposta?
Como canais IKATP em cardiomiócitos respondem às alterações metabólicas durante a isquemia, e qual a relevância fisiopatológica dessa resposta?
Em que medida a inativação dos canais de sódio dependentes de voltagem contribui para o período refratário do potencial de ação cardíaco, e qual a importância desse fenômeno para a função cardíaca?
Em que medida a inativação dos canais de sódio dependentes de voltagem contribui para o período refratário do potencial de ação cardíaco, e qual a importância desse fenômeno para a função cardíaca?
Como as correntes de cloreto contribuem especificamente para a fase 1 da repolarização do potencial de ação ventricular, e que tipo de canal de cloreto está envolvido?
Como as correntes de cloreto contribuem especificamente para a fase 1 da repolarização do potencial de ação ventricular, e que tipo de canal de cloreto está envolvido?
Como um aumento na concentração intracelular de cálcio ([Ca²⁺]ᵢ) afeta a corrente de cálcio tipo L (Ica,L) e qual o mecanismo molecular subjacente a essa regulação?
Como um aumento na concentração intracelular de cálcio ([Ca²⁺]ᵢ) afeta a corrente de cálcio tipo L (Ica,L) e qual o mecanismo molecular subjacente a essa regulação?
Qual é a principal distinção entre a inativação rápida e lenta dos canais de sódio voltagem-dependentes, e como cada uma dessas contribui para a eletrofisiologia cardíaca?
Qual é a principal distinção entre a inativação rápida e lenta dos canais de sódio voltagem-dependentes, e como cada uma dessas contribui para a eletrofisiologia cardíaca?
Como a disfunção das junções comunicantes pode contribuir para arritmias cardíacas, e qual é o papel das conexinas nesse processo?
Como a disfunção das junções comunicantes pode contribuir para arritmias cardíacas, e qual é o papel das conexinas nesse processo?
Qual dos seguintes mecanismos explica como a estimulação adrenérgica pode modular a duração do potencial de ação (PA) cardíaco?
Qual dos seguintes mecanismos explica como a estimulação adrenérgica pode modular a duração do potencial de ação (PA) cardíaco?
Em termos de eletrofisiologia cardíaca, qual é a relevância funcional da corrente It0, e como suas duas principais componentes (Ito1 e Ito2) se diferenciam em termos de sensibilidade a voltagem e composição iônica?
Em termos de eletrofisiologia cardíaca, qual é a relevância funcional da corrente It0, e como suas duas principais componentes (Ito1 e Ito2) se diferenciam em termos de sensibilidade a voltagem e composição iônica?
Qual a influência da bomba de sódio e potássio no potencial de repouso, e como a intoxicação digitálica afeta este processo?
Qual a influência da bomba de sódio e potássio no potencial de repouso, e como a intoxicação digitálica afeta este processo?
De que maneira a modulação autonômica do nó sinoatrial (NSA) afeta a fase 4 do potencial de ação (a despolarização diastólica lenta) e como esta modulação se traduz em alterações na frequência cardíaca?
De que maneira a modulação autonômica do nó sinoatrial (NSA) afeta a fase 4 do potencial de ação (a despolarização diastólica lenta) e como esta modulação se traduz em alterações na frequência cardíaca?
De que maneira específica o estado metabólico da célula cardíaca influencia a corrente de potássio ativada por ATP (IКATP), e como esta influência se manifesta em condições de isquemia?
De que maneira específica o estado metabólico da célula cardíaca influencia a corrente de potássio ativada por ATP (IКATP), e como esta influência se manifesta em condições de isquemia?
Qual é o principal fator determinante para a seletividade iônica dos canais de sódio e cálcio, e como este fator é estruturalmente realizado no poro do canal?
Qual é o principal fator determinante para a seletividade iônica dos canais de sódio e cálcio, e como este fator é estruturalmente realizado no poro do canal?
No contexto da eletrofisiologia cardíaca, como as correntes de cálcio dos tipos T e L se distinguem em termos de propriedades de ativação e papel funcional no automatismo?
No contexto da eletrofisiologia cardíaca, como as correntes de cálcio dos tipos T e L se distinguem em termos de propriedades de ativação e papel funcional no automatismo?
Num cenário de cardiomiopatia hipertrófica, qual alteração eletrofisiológica é mais provável de exacerbar a arritmogenese, considerando o papel do influxo de cálcio?
Num cenário de cardiomiopatia hipertrófica, qual alteração eletrofisiológica é mais provável de exacerbar a arritmogenese, considerando o papel do influxo de cálcio?
Como as propriedades biofísicas dos canais Kir (canais de potássio retificadores de influxo) contribuem para a estabilização do potencial de repouso e prevenção de arritmias?
Como as propriedades biofísicas dos canais Kir (canais de potássio retificadores de influxo) contribuem para a estabilização do potencial de repouso e prevenção de arritmias?
Quais são os potenciais impactos das toxinas nos canais de sódio e qual a principal consequência a nível celular?
Quais são os potenciais impactos das toxinas nos canais de sódio e qual a principal consequência a nível celular?
Em um cenário de repolarização precoce, qual classe de fármacos deve ser adicionada para repolarizar, e como estes atuam?
Em um cenário de repolarização precoce, qual classe de fármacos deve ser adicionada para repolarizar, e como estes atuam?
Qual mecanismo molecular é responsável pela despolarização diastólica lenta observada nas células marca-passo cardíacas?
Qual mecanismo molecular é responsável pela despolarização diastólica lenta observada nas células marca-passo cardíacas?
De que modo as conexinas exercem influência nas junções nos tecidos musculares, e qual a a sua forma geométrica?
De que modo as conexinas exercem influência nas junções nos tecidos musculares, e qual a a sua forma geométrica?
Flashcards
Nó Sinusal (NSA)
Nó Sinusal (NSA)
Local no átrio direito onde se origina a atividade elétrica cardíaca espontânea.
Feixe de His
Feixe de His
Tecido especializado que se estende do NAV para a musculatura ventricular, conduzindo o impulso elétrico.
Potencial de Repouso
Potencial de Repouso
Medida da diferença de potencial através da membrana celular em repouso, tipicamente -90 mV.
Potencial de Ação
Potencial de Ação
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Fase 0
Fase 0
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Fase 1
Fase 1
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Fase 2
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Fase 3
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Miocárdio Excitável
Miocárdio Excitável
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Tipo de Potencial de Ação
Tipo de Potencial de Ação
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Corrente de Sódio (I_Na)
Corrente de Sódio (I_Na)
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I_to (Corrente)
I_to (Corrente)
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Retificadores Retardados
Retificadores Retardados
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Refratariedade
Refratariedade
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Período Refratário Absoluto (PRA)
Período Refratário Absoluto (PRA)
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Período Refratário Relativo (PRR)
Período Refratário Relativo (PRR)
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Atividade Marca-Passo
Atividade Marca-Passo
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Despolarização Diastólica Lenta (DDL)
Despolarização Diastólica Lenta (DDL)
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Receptores Muscarínicos
Receptores Muscarínicos
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Canais de Potássio (I_KACH)
Canais de Potássio (I_KACH)
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Corrente de Potássio (I_C:ATP)
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Canais Retificadores de Influxo (I_K1)
Canais Retificadores de Influxo (I_K1)
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Correntes de Efluxo (Transiente) (I_to)
Correntes de Efluxo (Transiente) (I_to)
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O Componentes de Ikr, Iks, IK1 no automatismo
O Componentes de Ikr, Iks, IK1 no automatismo
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O potencial de fixação usado em canais
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a,b e a1c combinação de canais
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Porque Ib e lCa tem relação com ativação simpática
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Sincício Funcional
Sincício Funcional
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A região ativa
A região ativa
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Velocidade nos nós
Velocidade nos nós
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Study Notes
- Os tópicos abordados incluem introdução à eletrofisiologia cardíaca, potencial de repouso, potenciais de ação cardíacos, canais iônicos cardíacos, corrente transiente de efluxo, retificadores retardados, automatismo cardíaco, propagação da atividade elétrica no coração, sequência normal de ativação cardíaca e controle autônomo da atividade elétrica cardíaca.
Introdução
- O coração de mamíferos possui quatro câmaras, sendo elas, dois átrios e dois ventrículos, formados por células miocárdicas que propagam atividade elétrica.
- O nó sinusal (NSA) está localizado no átrio direito e é responsável por gerar atividade elétrica cardíaca, atuando como marca-passo cardíaco.
- O nó atrioventricular (NAV) situa-se também no átrio direito, próximo ao seio coronariano.
- O feixe de His é um tecido especializado em condução que se estende do NAV à musculatura ventricular, ramificando-se em fibras de Purkinje.
- Os conceitos de transporte através da membrana, potencial de membrana e biofísica dos canais iônicos são aplicáveis às células cardíacas.
Potencial de Repouso
- Um microeletródio fino é inserido em uma célula miocárdica sem causar danos para medir a diferença de potencial através da membrana.
- O potencial de repouso é também chamado de fase 4 na eletrofisiologia do coração.
- O interior da célula ventricular apresenta um potencial de -90 mV em relação ao meio externo.
- Quando o miocárdio é estimulado, ocorre uma variação no potencial transmembrana, chamada potencial de ação.
Gênese do potencial de repouso
- O potencial transmembrana de uma célula depende das concentrações de íons e das condutâncias da membrana a esses íons.
- A equação de Goldman-Hodgkin-Katz expressa o potencial transmembrana considerando esses parâmetros.
- O íon mais importante no miocárdio para determinar o potencial de repouso é o K+.
- O potencial de repouso assemelha-se ao potencial de equilíbrio do potássio e diminui quando também o potássio plasmático se encontra reduzido.
- As concentrações de Na+ e K+ são mantidas pelas bombas de sódio/potássio transportando íons contra seus gradientes eletroquímicos.
- O potencial de repouso é constante ao longo do tempo nas células miocárdicas (exceto marca-passos) devido ao fluxo efetivo de corrente ser zero.
- A equação de Goldman-Hodgkin-Katz no repouso pode ser usada para descrever o potencial de repouso em termos de condutâncias e potenciais de equilíbrio de Na+ e K+.
- O potencial de repouso é mais dependente do K+ do que do Na+ devido ao fato de GK ser muito maior que GNa no miocárdio.
- Há fluxos de Na+, K+ e outros íons durante o repouso, pois existem forças propulsoras (Em - Ex) para cada um deles, desde que a membrana tenha permeabilidade e condutância diferentes de zero.
- A condutância ao potássio no miocárdio em repouso deve-se ao canal de potássio retificador de influxo, Ik1.
- Em baixas concentrações de K+, a condutância de IK1 diminui, tornando as condutâncias de outros íons, notavelmente o Na+, mais significativas.
Fluxos iônicos e bomba de sódio/potássio
- Mesmo no repouso, há uma reposição desses íons pela bomba de Na+/K+, que é um processo eletrogênico.
- A bomba de Na+/K+ contribui significativamente para o potencial de repouso, mantendo os gradientes de sódio e potássio e transportando carga efetiva.
Papel do potencial de repouso na excitação cardíaca
- Canais iônicos responsáveis pela atividade elétrica cardíaca são dependentes de voltagem e a manutenção numa faixa de -80 a -90 mV é fundamental para a ativação.
- O canal de sódio apresenta inativação dependente de voltagem e, em -90 mV, a probabilidade de inativação é pequena.
- A medida que Vm se toma menos negativo, ocorre um progressivo aumento da inativação dos canais de Na+, tornando o miocárdio menos excitável.
- A dispersão espacial de potenciais de repouso compromete a excitação normal do coração, levando a arritmias.
- Hiper e hipopotassemia e a intoxicação digitálica (bloqueio da bomba de Na+/K+) podem alterar o potencial de repouso.
Potenciais de Ação Cardíacos
- Os potenciais de ação (PA) cardíacos assumem diversas formas dependendo da região do coração.
- Os potenciais de ação do NSA e NAV são com amplitudes bem menores que os de outras regiões.
- A célula NSA tem um potencial de repouso instável (fase 4)
Fases dos potenciais da ação cardíaca
- Diferente do PA do axônio, a repolarização muscular ventricular rápida (fase 1) é interrompida por um platô (fase 2) de duração variável e repolarização lenta (fase 3) e volta ao potencial de repouso (fase 4).
- As condutâncias aos diversos íons variam durante um PA.
- O nível do potencial de repouso e a velocidade de despolarização da fase 0 classificam os potenciais de ação cardíacos em dois tipos: rápido ou lento.
Potencial de ação rápido
- Este potencial (o atrial e ventricular etc) apresenta a corrente de sódio dependente de voltagem como principal corrente despolarizante ativada quando a membrana é despolarizada induzindo o rápido influxo de Na+.
- Esta corrente é fundamental para a rápida propagação.
- A fase 1 está associada à abertura do canal de potássio transiente de efluxo (Ito1).
- A fase 2 (platô) envolve correntes de influxo de Na+ e Ca2+ compensadas por correntes de efluxo de K+ e influxo de Cl-.
- A fase 3 caracteriza-se pela predominância de correntes de efluxo, induzida pela ativação dos canais de potássio.
- A fase 4 apresenta balanço entre correntes de efluxo e influxo, resultando em uma corrente efetiva nula em células com potencial de repouso estável.
Potencial de ação lento
- Células do NSA e NAV apresentam correntes iônicas dominadas por Cálcio e Potássio, Fase 0 mais lenta devido à menor densidade de Na
- Como consequência, propagação mais lenta do PA do nos nós
- Repolarização continua após a Fase 0, com predomínio da condutância ao potássio por meio dos canais Ikr e Iks. e também trocador Na+/Ca2+.
Período refratário do potencial de ação cardíaco
- O miocárdio tem refratariedade por causa da inativação dos canais iônicos responsáveis pela despolarização do PA.
- O período refratário cardíaco é muito mais longo que no axônio.
- Não ocorre somação temporal no coração, e sua frequência possível de PA é cerca de três vezes menor que no axônio.
- No potencial PA lento o período refratório que ultrapassa a duração do PA é uma consequência do maior tempo para a remoção da inativação do cálcio do tipo L.
PA em situações especiais
- Mecanismos de interação da acetilcolina com o receptor muscarínico
- Resulta num aumento no potencial de repouso, e encurtamento dos potenciais da ação auricular e nodais
- Ativação também da corrente potássio dependente de ATP (ikATP_ em condições tais como a isquemia miocárdica)
- A ativação da corrente não seletiva de cátions (i,,) afeta também PA
Canais Iônicos Cardíacos
- Canais iônicos são proteínas integrais da membrana que formam poros seletivos, regulando a polaridade da membrana e são a base dos processos de gênese e condução da atividade elétrica.
- Os canais podem ser regulados por mudanças no potencial elétrico da membrana (canais dependentes de voltagem) e ligações de íons etc.
- Os canais podem ser classificados pela seletividade iônica (canais de Na+, K+, Ca2+ etc.) e pela direção do fluxo de cátions nas condições fisiológicas.
- A maioria dos canais responsáveis pela gênese e propagação da excitação cardíaca é do grupo de canais dependentes de voltagem.
- Estudos moleculares mostram semelhanças estruturais entre os canais de Na+, K+ e Ca2+, sendo complexos proteicos constituídos por dois ou mais tipos de subunidades.
- Para formar um poro os canais de Potássio (K +) precisam da associação de isoformas da subunidade
Canal de sódio
- A corrente de Na+ causa a rápida despolarização na fase 0 do potencial. Eles são responsáveis pela excitabilidade no feixe de His etc.
- Os genes de Na+ expressam-se diferencialmente nos tecidos corporais. hNav1.5 é codificada pelo gene SCN5A.
- A ativação dos canais ocorre quando a despolarização ativa os sensores de voltagem positivos (segmentos S4). A abertura do poro permite o fluxo de Na+. Possui alta seletividade.
- A sequência conservada DEKA garante a alta seletividade.
- Após ativado, o canal Na+ abre-se por um curto período e logo muda para um estado não condutor, que persiste até a membrana repolarizar.
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